Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 216
Sinopse: Durante décadas, a ciência garantiu que a consciência terminava com a morte do cérebro ou que era um produto do cérebro. Hoje, essa afirmação começa a ser reavaliada.que significa, afinal, morrer? Do ponto de vista biológico, é o momento em que o corpo e o cérebro deixam de funcionar de maneira irreversível. Mas e se a consciência continuar viva? Esta hipótese tem vindo a ganhar destaque à luz da investigação científica mais recente – dados sugerem que a consciência pode não depender inteiramente do funcionamento do cérebro.Mário Simões, professor jubilado da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, dedicou grande parte da sua carreira ao estudo da consciência e dos seus diferentes estados. Com décadas de prática clínica e de investigação apoiada pela Fundação Bial, tem acompanhado e contribuído para o debate científico internacional sobre os limites do modelo que reduz a consciência à atividade cerebral.Neste livro, o autor analisa experiências observadas em contextos extremos, como as de quase morte, e os limites das explicações neurológicas atualmente disponíveis. Sem especulação nem conclusões apressadas, mostra-nos porque certas vivências não podem ser descartadas como simples alucinações ou erros do cérebro. Se a consciência não se reduzir inteiramente ao cérebro, então a morte pode não ser o fim – mas antes o início de uma pergunta capaz de mudar para sempre a forma como vivemos.
Autor
Mário Simões
Edição
Abr 2026
Nº Páginas
216
Temática
Ciências
Idioma
Português
Dimensões
15,5 x 23,4 x 1,3cm
Tipo de Capa
Capa Mole


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